sexta-feira

Pequenas histórias que engrandecem a alma.

   Um menino de quatro anos tinha um vizinho idoso, cuja esposa havia falecido recentemente.
Ao vê-lo chorar, o menino foi para o quintal dele e sentou-se, simplesmente, no seu colo.
Quando a mãe lhe perguntou o que ele tinha dito ao velhinho, ele respondeu:
_Nada. Só o ajudei a chorar.
+
   Os alunos da professora do primeiro ano, Sueli S., estavam a examinar uma foto de família.
Uma das crianças da foto tinha os cabelos bem diferentes dos outros.
Alguém sugeriu que essa criança tinha sido adotada.
Logo uma menina disse:
_Sei tudo sobre adoção, porque eu fui adotada.
Logo outro aluno lhe perguntou:
_”O que significa ser adotado”?
_Significa – disse a menina – que tu cresceste no coração da tua mãe, e não na barriga!
+
   Sempre que estou decepcionado com o meu lugar na vida, eu paro e penso no pequeno Jeremias.
Jeremias queria muito ter um papel na peça da escola.
A mãe disse que tinha procurado preparar o seu coração, pois ela temia que ele não fosse escolhido.
No dia em que os papéis foram distribuídos, eu fui com ela buscá-lo na escola.
Jeremias correu para a mãe com os olhos cheio de orgulho e emoção:
_Advinha mãe!
E disse aquelas palavras que continuariam a ser uma lição para mim:
_Eu fui escolhido para bater palmas e espalhar a alegria!
+
   Conta uma testemunha ocular de São Paulo.
Num frio de Dezembro, alguns anos atrás, um rapazinho de cerca de dez anos, descalço, estava em pé frente a uma loja de sapatos, olhando as amostras e tremendo de frio.
Uma senhora aproximou do rapaz e disse:
_Tu estás com um pensamento tão profundo, a olhar estas amostras!
_Eu estava pedindo a Deus para me dar um par de sapatos, respondeu o garoto.
A senhora tomou-o pela mão, entrou na loja e pediu para o empregado para dar meia dúzia de pares de meias ao menino...
Ela também perguntou se poderia conseguir uma bacia com água e uma toalha.
O empregado atendeu-a rapidamente, e ela levou o menino para a parte de trás da loja e, ajoelhando-se, lavou os seus pés pequenos e secou-os com a toalha.
Nesse meio tempo, o empregado havia trazido as meias.
Ela calçou-as nos pés do garoto e também lhe comprou um par de sapatos.
Depois lhe entregou os outros pares de meias e, carinhosamente, disse-lhe:
_Estás mais confortável agora?
Quando ela se virou para ir embora, o menino segurou-lhe na mão, olhou o seu rosto com lágrimas nos olhos e perguntou:
_”A senhora é a mulher de Deus?” 


Nenhum comentário:

Postar um comentário